Estudo revela novo medicamento contra alcoolismo

Um novo medicamento poderá ajudar aos alcoólatras na luta contra a dependência, reduzindo a sensação de abstinência provocada em situações estressantes, segundo um estudo publicado nesta quinta-feira pelo site Science Express, a versão on-line da revista Science.
A pesquisa, feita pelo Instituto Nacional sobre o abuso de álcool e alcoolismo dos Estados Unidos, é baseada em um tratamento que age na zona do cérebro onde se situa o receptor neuroquinina 1, que controla as respostas em situações de estresse. O medicamento já foi aprovado anteriormente por seus efeitos sobre a ansiedade, mas não foi comercializado porque os resultados foram pouco conclusivos.
Os testes foram feitos em cinqüenta pacientes hospitalizados em processo de desintoxicação. Metade deles recebeu um placebo, enquanto os outros o medicamento real. A síndrome de abstinência diminuiu em todos os pacientes, mas de forma mais acentuada nos que tomaram o medicamento.
Os resultados do estudo mostram que "as melhorias observadas são próprias do processo mental ligado ao alcoolismo", indicam os autores.
A falta de álcool é um fator de depressão e sensibilidade acentuada em relação às situações de estresse, e esse último representa um fator maior na persistência do "círculo vicioso" do alcoolismo, afirma Markus Heilig, que coordenou o curso.
Marcadores: alcool, alcoolismo, estudo, medicamento, novo, pesquisa
Os alimentos podem ser grandes responsáveis pela hiperatividade infantil

A déficit é um problema característico em muitas crianças basicamente pela presença e três sintomas: falta de atenção, hiperatividade, e impulsibilidade. A criança afetada possui dificuldades em se concentrar numa determinada tarefa ou atividade, fato que culmina em prejuízos nas relações sócio-familiares, dificuldades escolares e uma grande piora na qualidade de vida.
Investigadores ingleses, da University of Southampton, publicaram uma pesquisa na revista The Lancet, na qual avaliaram a influencia do consumo de alimentos artificialmente coloridos e contendo aditivos, sobre o comportamento infantil. Participaram do estudo 153 crianças, com idade de 3 anos e outras 144 com 8 a move anos de idade.
Os resultados apresentados, que a ingestão freqüente de dieta composta por alimentos coloridos artificialmente, ou com aditivos químicos, aumentam em pelo menos 5 vezes as chances de surgimento de sintomas de déficit de atenção de hiperatividade em crianças com idade de 3 anos. Da mesma forma, os alimentos acima descritos correlacionam-se com elevação de risco de alterações comportamentais, quando consumidos por crianças com 8/9 anos de vida.
Os conservantes químicos e certas substancias, que colorem artificialmente a dieta das crianças, estão relacionados a um amento das taxas de déficit de atenção e hiperatividade nessa fase da vida.
Marcadores: deficit, estudo, Hiperatividade, infantil, pesquisa, químico, sintomas
Pesquisa mostra que 68% das grávidas não planejaram sua gravidez.

Uma pesquisa realizada no Hospital do Servidor Público Estadual, ligado à Secretaria de Estado da Saúde, revela que a grande maioria das mulheres engravida sem qualquer planejamento. O estudo foi desenvolvido por um ano e entrevistou 344 parturientes.
De acordo com o levantamento, 68% das entrevistadas não planejaram sua gravidez e 24,1% delas sequer ficou contente quando recebeu a notícia.
De acordo com Eliza Yoshiko Kochi Silva, ginecologista e autora da pesquisa, apresentada como tese de mestrado, os números comprovam que, apesar de toda a informação disponível hoje, as mulheres não se previnem quando o assunto é sexo. E o que é mais grave, muitas delas não estão preparadas para a maternidade e as mudanças dela decorrentes.
"O fato da mulher não se planejar e nem se felicitar com a notícia de estar grávida pode ser um indicador de uma futura violência contra a criança", explica a médica.
Outro dado que chamou atenção na pesquisa foi o bom nível sócio-econômico das entrevistadas. Mais de 90% possuía mais de oito anos de estudo e renda per capita de maior que 0,5 salário mínimo. "Esse indicador revela a importância de se adotar medidas de conscientização sobre planejamento familiar", afirma Silva.
-
Marcadores: gravida, gravidez, hospital, pesquisa
Pesquisas revelam que maça na verdade é um Santo fruto.

Uma nova descoberta científica da Universidade da Califórnia revela que um copo de suco de maça por dia ajuda a perder peso, pois no suco da maça contêm compostos benéficos à saúde que ajudam pacientes a fim de emagrecer. Outras pesquisas feitas a partir da maça mostram outros benefícios de ser consumir o fruto.
Como pesquisa feita pelo médico Thomas Seha, professor de biologia da Universidade de Massachusetts, em Lowell, mostra que uma maçã por dia ou um copo de suco de maçã pode melhorar a memória e aumentar a produção de antioxidantes que mantêm a saúde na terceira idade. Outra pesquisa, publicada na revista "Thorax", mostra que os homens que comem cinco maçãs por semana têm maior capacidade pulmonar que os que não comem a fruta.
Já um estudo holandês mostra ainda que a maçã é a única fruta que pode baixar o risco de doenças pulmonares entre fumantes. Fora isso, a maçã ajuda a reduzir o LDL, o mau colesterol. Pesquisadores explicam que os poderes da fruta se devem a super antioxidantes chamados quercetina e catequina.
E depois de tantos benefícios casados devido ao consumo da fruta, ela ainda continua sendo chamada de fruto proibido.
Marcadores: estudo, fruta, fruto, maça, pesquisa
Pesquisa revela que crianças de 6 anos de idade já sofrem com a anorexia

Meninas de até 6 anos de idade se dizem insatisfeitas com o próprio corpo e que gostariam de ser mais magras, segundo estudo de cientistas da Universidade de Flinders, na Austrália, que entrevistou mais de 80 meninas com idades entre 5 e 8 anos. O estudo apontou que 47% delas gostariam de ser mais magras, e que a maioria das meninas acredita que isso pode torná-las mais populares.
Até agora, a maioria dos estudos se concentravam na adolescência, já que essa é uma fase com mais chances de insatisfação com o próprio corpo. Porém, no entanto, há muitos indícios de que um número considerável de meninas pré-adolescentes estão insatisfeitas consigo mesmas e gostariam de ser mais magras mas, segundo a entidade, a fase mais crítica para o surgimento de distúrbios alimentares é entre os 13 e 15 anos.
E caso esses transtornos alimentares não sejam tratados, desde o seu início além da transição de um distúrbio alimentar para o outro, podemos observar o surgimento de um problema crônico, levando às doenças mais sérias e até à morte. Isso quer dizer que uma pessoa anorexia pode desenvolver também bulimia ou óbito.
Saiba mais sobre essa e outras notícias no site
Intestino Preguiçoso.
Marcadores: alimentar, anorexia, distúrbio, pesquisa
Pesquisa revela que dormir demais pode causar doenças como o câncer

De acordo com dados coletados entre 1985/88 e 1992/93 pesquisa da Universidade de Warwick e pela University College London, ambas no Reino Unido, realizaram pesquisa que examinou o padrão de sono e as taxas de mortalidade de 10.308 funcionários públicos britânicos. Constatou-se que não só dormir pouco faz mal a saúda, pois dormir muito também pode trazer grandes riscos a saúde.
Os pesquisadores descobriram que os indivíduos que aumentaram seu período de sono para oito horas ou mais por noite aumentavam em duas vezes ou mais a chance de morrer em relação aos que não haviam mudado seus hábitos a pesar de não existir uma ligação clara entre muito sono e problemas de saúde, a permanência na cama por períodos longos pode ser um sinal de problemas como depressão, ou em alguns casos, a fadiga relacionada a doenças como o câncer.
Marcadores: cancer, Dormir, estudo, pesquisa, sono